Doze minutos exatos, com alarme no fim, o formato de uma prova clássica de resistência.
O teste de Cooper pede 12 minutos certos: correr (ou andar rápido) a maior distância possível nesse tempo, para estimar a condição aeróbia. É um clássico da educação física e das provas de aptidão. Fora da pista, 12 minutos cozem legumes a vapor e cobrem um capítulo curto de leitura.
Para o teste em si, o temporizador fecha os 12 minutos; para medir tempos por volta, o cronómetro é a ferramenta certa. Se procura blocos de treino mais curtos, os 7 minutos dão um circuito completo; para descanso pós-teste, os 10 minutos chegam bem.
Aquecimento leve e depois 12 minutos a correr à maior intensidade que consegue manter, de preferência numa pista ou percurso medido. No fim conta a distância percorrida. Reserve o teste para dias em que está descansado e evite-o sem preparação prévia.
Foi a duração definida pelo criador do teste, o médico Kenneth Cooper, por se correlacionar bem com a capacidade aeróbia medida em laboratório. A padronização é o que permite comparar resultados ao longo do tempo.
Os papéis são diferentes: o temporizador fecha os 12 minutos; o cronómetro mede quanto demora cada volta. Para o teste de Cooper, o temporizador é o mais fiel ao protocolo.