Três horas prontas a contar, a escala dos tachos que não têm pressa.
Três horas fazem um caldo com corpo, um estufado que se desfaz, uma levedação mais lenta e saborosa. São também o formato das provas mais longas, como concursos e exames de acesso, e de blocos de viagem que convém não deixar fugir.
Para peças que pedem menos tempo, as 2 horas chegam; para o forno baixo e as marinadas, a escala continua nas 4, 5 e 6 horas. O alarme de cada patamar marca a verificação, não o fim.
Vale: é o tempo que os ossos e os legumes levam a ceder sabor e gelatina a fervura suave. O alarme serve para verificar o nível da água a meio, não para desligar às cegas.
Seguidas, dificilmente com qualidade, e num exame de 3 horas também há micro-pausas de cabeça. Em casa, treine com o tempo total a contar e gestão própria: é isso que a prova vai pedir.
Se o computador suspender, a página congela e o alarme não toca. Para contagens longas, desative a suspensão automática ou mantenha o portátil ligado à corrente.